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Electrolux

Cuca fresca: a interferência do aquecimento global na arquitetura contemporânea

Enquanto os termômetros disparam mais alto a cada nova temporada, foi-se o tempo em que o ar-condicionado era artigo de luxo e que o termo “aquecimento global” parecia “mimimi” eco-chato

Desde que o astronauta russo Yuri Gagarine descobriu que a Terra é azul, em 1961, a preocupação ambiental com o planeta passou a ser mais intensa, até bater na casa do desespero (nosso status atual). Raciocine comigo: se sustentabilidade é a capacidade que temos de atingir e se manter num determinado nível sem drenar os recursos disponíveis, a fim de preservar o equilíbrio e promover a auto-renovação do ecossistema, por que continuamos desmatando, poluindo e depredando tanto?

Ninguém precisa ser o Albert Einstein pra fazer as contas: as fontes que temos à disposição são finitas e, abusados/exagerados que somos (quase 8 bilhões de seres humanos e contando!), já beiramos o esgotamento (ao ponto de contar mais de um milhão de espécies de animais e plantas em risco de extinção e de lamber o volume morto da Cantareira). Ficamos não-sustentáveis – e o aquecimento global tem tudo a ver com a nossa presença. Em relatório divulgado no final de 2018, a ONU afirma que haverá um acréscimo de +2 graus Celsius até o ano de 2040, com estimativa de +4 graus Celsius até o ano de 2100. Ou seja, se hoje, no Brasil, no alto-verão a gente já consegue fritar um ovo no asfalto, quando a gente chegar lá nossas peles correrão o risco de virar crème brûlée! Mais 1,5 grau Celsius no termômetro bastaria para "acarretar um genocídio climático sem precedentes na história da humanidade, por meio do qual centenas de milhões de vidas serão varridas do mapa", registraram no report.

O ar-condicionado, considerado artigo de luxo há pouco mais de vinte anos (vide os imóveis urbanos que até as décadas de 70 e 80 eram erguidos absolutamente despreparados para receber instalações frigorígenas desse tipo), passou a ser eletro de primeira necessidade, com direito a liquidação em magazines populares. Mas não basta refrescar a própria cuca enquanto o planeta borbulha.

Exatamente por isso as empresas mais conectadas aos pensamentos contemporâneos já adotaram medidas de prevenção/preservação, caso da Electrolux que, além de garantir a brisa dos sonhos com suas coleções de climatizadores de alta performance e design caprichadíssimo, substituiu o CFC por HCFC/HFC – compostos que não afetam a camada de ozônio e, portanto, auxiliam na preservação do meio ambiente – em Manaus, por exemplo, a Electrolux instalou a primeira indústria de condicionadores de ar no Brasil com certificação ambiental ISO 14001.

Em um mundo feito de consumidores cada vez mais conscientes, isso é um sopro de renovação, afinal, ser ecologicamente incorreto é o que há de mais cafona – e estúpido – no manual prático da raça humana.  

ligando ar condicionado electrolux

* O jornalista, escritor e diretor de arte Allex Colontonio (@allexcolontonio), 41, dirigiu as revistas Casa Vogue, Wish Casa, Kaza e Giz. Também foi diretor da Fundação Memorial da América Latina e autor de diversos livros do segmento, como "Sig Style" (Editora Toriba, 2016), "Entrelinhas" (Editora C4, 2014) e a trilogia "Guilherme Torres Works" (Editora Acácia Cultural, 2018). Entre os curadores de design mais respeitados do país, atualmente publica a revista POP-SE (@pop_se) e o artbook @decornautas

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