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Dá para diminuir (muito) o lixo orgânico da sua cozinha. E, de quebra, usar ingredientes que você descartaria

Saiba como fazer o uso integral dos alimentos

Dá para diminuir (muito) o lixo orgânico da sua cozinha. E, de quebra, usar ingredientes que você descartaria em receitas supergostosas

Está nos planos para esta noite fazer um ensopado que leve batatas? Pois então programe-se para usar também as cascas – fritas ou assadas. Vai fazer um caldo de legumes pro risoto de sábado à noite? É hora de usar folhas e talos que iriam para o lixo. Não vai dar conta de comer todas as frutas que já estão maduras? Convoque a geladeira e o fogão para te ajudar a salvá-las.

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A seguir, elaboramos um guia simples para conter o desperdício na cozinha.

Frutas maduras

A geladeira é uma ótima aliada para conservar as frutas maduras por mais tempo. Uma dica para que elas não percam muita umidade nesse processo é colocá-las num saco plástico. No caso das frutas vermelhas, dê uma leve inflada no saquinho, para evitar que as superfícies grudem.

Algumas frutas podem também ser congeladas. É o caso da banana. Ela poderá se transformar num milk-shake com pouquíssimo açúcar, já que o amadurecimento terá se encarregado de adoçá-la. Basta bater a banana congelada no liquidificador, sozinha ou com outras frutas.

No fogão, frutas maduras ganham texturas diferentes e realçam seus sabores. Cozinhá-las com bastante açúcar é uma forma de bloquear o apodrecimento e transformá-las em deliciosas geleias. Conservas com pouco açúcar devem ser guardadas na geladeira, para evitar o aparecimento de fungos. 

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Cascas de frutas

Quando fizer salada de frutas, aproveite para usar todas as cascas que seriam descartadas em um bolo. Vale casca de tudo: de banana, maçã, goiaba, manga, mamão... Uma forma de incorporar à receita é batendo no liquidificador e depois coando – o que você vai usar é exatamente a polpa. A casca do abacaxi pode ser usada em sucos. A da laranja fresca é bem-vinda em sobremesas feitas com leite, como arroz-doce. 

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Talos 

Talos de agrião, aipo, couve e salsão rendem texturas interessantes a vinagretes, escondidinhos e canjiquinhas. Também podem ser guardadas na geladeira à espera do momento em que irão incrementar um caprichado caldo de legumes.  

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Cascas

As de batata, batata-doce e mandioquinha se transformam em chips. Dá tanto para fazer esse petisco frito quanto assado. Se preferir a segunda opção, basta regar com um pouco de azeite, temperar com sal e pimenta-do-reino, e levar ao forno pré-aquecido até ficar dourado e crocante.

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Folhas

As de couve-flor e de beterraba, por exemplo, podem ser refogadas. Outro uso bem interessante é nas saladas. Em preparos simples – apenas temperadas com algumas gotas de limão, azeite e sal – ou com mais ingredientes. Com queijo de cabra, nozes e aceto balsâmico, as folhas dão origem a uma salada inusitada e saborosa.

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O uso integral dos alimentos vem sendo abordado em eventos de gastronomia por todo o país. O exemplo vem de chefs de cozinha e produtores dos mais variados tipos de produtos: de geleias a embutidos. A última edição do Fartura, em São Paulo, reuniu alguns destes profissionais preocupados com o futuro da alimentação e com a saúde do planeta. 

Acompanhe um pouco do que aconteceu neste festival gastronômico.



Texto por Priscila Pastre: Por nove anos, Priscila viajou para comer para a Folha de São Paulo. Primeiro no caderno Turismo. Depois, no Comida. Por outros três anos, seguiu conhecendo o mundo e seus sabores como editora da revista da LATAM, produzida pela New Content. Foi jurada do 50 Best, que elege os melhores restaurantes do mundo.

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