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Carla Saueressig ajuda a entender como servir e degustar a bebida na temperatura ideal usando o eletrodoméstic

Hora do chá: especialista dá dicas de como tirar o melhor proveito da chaleira elétrica

Carla Saueressig ajuda a entender como servir e degustar a bebida na temperatura ideal usando o eletrodoméstico

Carla Saueressig da A Loja do Chá Se você pedir a opinião de dois amantes de chás, é possível que você tenha diferentes pontos de vista a respeito da temperatura ideal para degustar uma boa xícara. Porém, entre os especialistas no assunto, há o consenso de que chás e infusões possuem, sim, a temperatura certa. Conversamos com Carla Saueressig (foto à esq.), especialista em chás e teablender, da A Loja do Chá Tee Gschwendner, para entender melhor sobre o assunto:

Temperatura na preparação


A primeira diferença básica antes mesmo de colocar a água quente na caneca é saber se você irá tomar um chá ou uma infusão. Os chás são unicamente feitos com folhas da planta camellia sinensis (verdes, brancos, oolongs, pu erh e pretos) e as infusões são os tipos herbais, feitos com folhas, flores, frutos, ervas e raízes (hortelã, camomila, maçã e os rooibos).

“Os chás brancos e verdes possuem folhas não oxidadas, o que os tornam mais delicados que os outros chás. Por isso, devem ser preparados em uma temperatura mais baixa, de 60° a 90 °, para que as folhas soltem seu aroma suave com mais intensidade e tenha menor liberação de taninos, que acontece se a água estiver pelando”, explica Carla. Nesta temperatura, além de um sabor mais complexo, é possível reter melhor os poderes antioxidantes destes chás.

Mostrador de temperatura de jarra elétrica em inox Painel da Jarra Elétrica Expressionist (EKP50)

“Os chás verdes mais puros, como o gyokuro, devem ter as temperaturas mais baixas”. O mesmo funciona para os matchás, o tipo em pó concentrado de folhas de chás verdes trituradas, servido batido e com consistência mais cremosa, “No caso dos matchás, é preciso incorporar esse pó de folha, que é insolúvel, na água", explica.

“Já os pretos, oolongs e pu erhs podem ser preparados a 95°, que é a água um pouco antes de seu ponto de fervura, dependendo da altitude da cidade”, diz a especialista. Ao estar um pouco mais quente, a água penetra melhor nas folhas oxidadas, dissolve seus aminoácidos e libera os taninos, importantes no sabor mais amargo destes chás.

Jarra elétrica Electrolux em inox com chá Jarra Elétrica Expressionist (EKP50) acompanhada por chá e biscoitos

Para as infusões herbais, Carla recomenda águas recém-fervidas, “Elas  demoram mais tempo para soltar os aromas e, por isso, podem ter a água mais quente”.

Temperatura na hora de tomar


“Após o tempo de infusão de cada chá (o tempo que se espera até as folhas soltarem suas propriedades) você pode tomar assim que você conseguir segurar a caneca sem ela estar quente demais. Assim será possível perceber a complexidade daquilo que você estiver tomando”, diz Carla.

Caso você queira repetir a dose da xícara, é indicado que você aumente um pouco mais a temperatura da chaleira elétrica para uma segunda infusionada. “A água dos chás verdes pode subir um pouco se a vontade for reaproveitar as folhas. E o tempo de espera antes de tomar pode aumentar em um minuto”.

jarra-eletrica-epk50-inox-electrolux-cha-quente

No ponto certo

É possível usar termômetros especiais ou então chaleiras elétricas com regulagem de temperatura, como a Jarra Elétrica Expressionist (EKP50), da Electrolux, que possui 4 programas pré-definidos no termostato ideal para chás.

“Sem dúvida esse tipo de chaleira elétrica é muito prática e bem vinda. Só aconselho estar ciente da qualidade da água que deve ser usada, já que ela pode não ser fervida por completo”, finaliza a teablender.

Jarra elétrica Electrolux em Inox Jarra Elétrica Expressionist (EKP50)

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