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O momento de escolher os azulejos e cerâmicas certos para sua casa não precisa ser uma dor de cabeça

4 dicas para escolher revestimentos sem erro

O momento de escolher os azulejos e cerâmicas certos para sua casa não precisa ser uma dor de cabeça

Vamos combinar que revestimentos não são a parte mais barata de uma obra ou reforma. E depois de tanto investimento, se deparar com um azulejo pouco resistente na parede da cozinha ou um piso escorregadio no banheiro pode ser decepcionante. Para evitar esse tipo de frustração, confira as dicas práticas dos arquitetos Léo Shehtman e Marcelo Rosseti para a hora da escolha e compra dos materiais.

1. Por onde começar?

A gama de estilos, tamanhos e texturas à disposição no mercado é gigante, portanto essa é uma tarefa difícil até para quem sabe bem o que quer. É possível encontrar materiais muito parecidos com características totalmente diferentes de durabilidade e qualidade.

“Sempre procuro olhar para três questões com meus clientes: resistência, custo, praticidade e estética. Porque sempre tem gente que quer fácil manutenção, outras que não tem um orçamento muito alto e as que não possuem problemas com orçamento e procuram pela estética”, explica o arquiteto Marcelo Rosseti.

Cozinha com armários brancos e piso de porcelanato

Nesta etapa, portanto, vai prevalecer uma boa pesquisa em lojas de material de construção para saber o que faz mais sentido para você no seu bolso, na questão visual e em como esse material vai impactar no uso do espaço no dia-a-dia. Afinal, ninguém merece um piso de cozinha difícil de limpar após ter cozinhado um belo almoço.

2. Tipos para cada ambiente

“É preciso, primeiro, avaliar onde o material será aplicado e ver qual o produto é indicado para lá. Há os para área externa, área interna, parede, chão, áreas comerciais, enfim, cada caso é um caso”, diz o arquiteto Léo Shehtman.

Imagine uma divisão de duas situações: áreas molhadas ou secas. Pense que em banheiros e cozinhas o que prevalece é a segurança contra escorregões, a facilidade de limpar e a resistência a água. Já nos quartos e salas é possível ainda manter a praticidade, porém com um pouco mais de conforto térmico com outros revestimentos tanto no piso como nas paredes, como a madeira e os tijolinhos, que dão um efeito rústico e acolhedor.

Sala com piso laminado

3. Os porcelanatos

Já consolidado entre arquitetos, o porcelanato se destaca por suas inúmeras possibilidades atualmente. Esse tipo de cerâmica é usado para revestir tanto pisos como paredes e, em sua maioria, possui alta resistência.

“Com o avanço da tecnologia, os porcelanatos, além da qualidade, ganharam um design incrível, sendo até difícil de distinguir se é uma textura natural ou porcelanato, além disso o custo benefício é, sem dúvida, um grande atrativo”, comenta Shehtman.

Eles são, por exemplo, uma opção para quem gostaria de ter uma bancada de madeira na pia, só que com a certeza de que ela não irá empenar por causa da água.

Hall de entrada com piso de mármore

4. Reserva para imprevistos

Durante a compra é ideal que se deixe um excedente do material para eventuais acidentes que possam acontecer na colocação dos revestimentos. “Costumo trabalhar com uma sobra de 10% a mais da quantidade necessária. O que, claro, vai variar conforme a planta do espaço e o tamanho das placas”, explica Rosseti.  

 

 

 

 

 

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